EMBOSCADA PARTE 3,4,5

O PESADELO CONTINUA... *OOO*
Voltei aquela sala lentamente, fui até aquele corpo e me dei conta que o aquele homem era um policial, e que também havia um cartão caído no chão, e além disso uma carta.
"Meu filho, sei que Mateus não deveria ter demitido você, eu sei que você era o melhor cientista, mas porque você me trancou aqui nesse Departamento de Delegacia?"
Pensei logo, Mateus era meu pai, eu já tinha me dado conta que aquele homem estava tentando se vingar, mas eu ainda não sabia o porque, talvez fosse aquela aquela demissão...
Peguei aquele cartão a andei até a próxima saída, que dava acesso ao que parecia a entrada da Delegacia, fiquei feliz em ver aquela gigante porta e fui ao seu encontro com a esperança de fugir,
mas algo me atrapalha-rá, uma voz.
- Alicia, isso não estaria acontecendo se seu pai não tivesse fechado a empresa e sem ao menos perguntar a mim... Naquele laboratório eu criava as melhores curas, as melhore fórmulas e é assim que seu pai me agradeçe? Me botando para fora como um lixo?!
Eu prestava atenção e olhava no seu olhar.
- Mas quém é você? Por que está me seguindo. Por favor, pare! Eu dizia desesperada.
Ele não respondia e vinha em minha direção, eu saí rapidamente dali correndo, tentei entrar na porta, mas estava fechada, entrei imediatamente numa porta que ficava a esquerda, enquanto ele me seguia.
Enquanto eu corria, ele dava lerdos passos, e por onde passava, quebrava os objetos fazendo assim eu me assustar, ele não tinha pena nenhuma..
Me coloquei na frente dele e quase chorando eu dizia:
- Sei que meu pai estava errado! Você era o melhor cientista! Ele foi injusto! Eu dizia mesmo sem entender.
- É mocinha... Você está certa, pensando bem...
Ele se virou e saiu pensativo, entrou numa porta e á a trancou.

Respirei fundo e voltei a entrada da delegacia, dei uma olhada no computador que estava emcima do balcão, ele pedia uma senha, eu vizualisei alguns numeros naquele cartão e os coloquei. Olhei algumas imagens do lado de fora da cidade com a ajuda das câmeras, a cidade estava deserta, olhei também algumas imagens de alguns policiais, e vi o tal homem que havia morrido, seu nome era Dylan. Na tentativa de encontrar alguma chave, eu abria as gavetas, mas nada, apenas uma anotação:79204
Não entendi para que serviam, então voltei a porta a esquerda e vi Geoge atrás de mim. Saí correndo rapidamente, ele não me deixava em paz... Naquele corredor em cima de uma mesa havia um rádio, o liguei e George fugiu, eu pensava: como sobreviver?...
Entrei numa sala que não estava trancada, lá havia um cofre, coloquei o numero da anotação e o cofre se abriu. Para minha surpresa, lá estava um uniforme policial e uma arma a minha espera. Fiquei com medo de pegar a arma, mas fui enfrente. Me visti no banheiro que se encontrava no mesmo corredor, enquanto eu me vistia, sentia alguém andando do lado de fora, pensei em ficar lá dentro, mas não adiantaria nada, peguei a arma e saí do banheiro mirando para frente, me senti aliviada, não tinha ninguém lá. Então subi as escadas...

A SEGURANÇA ESTAVA DANDO CONTA DE MIM...
Eu me sentia mais segura com aquele uniforme e a arma, mesmo sem nunca ter usado uma, caminhei e entrei numa porta que estava encostada, isso me chamou a atenção poís poderia ter mais algum sobrevivente lá.
Entrei e senti um cheiro muito ruim, estava tudo podre, parecia a sala de refrigeração. Olhei para o lado e me assutei quando vi alguns urubus comendo alguma coisa, fui em direção à eles e vi o corpo daquele policial de cabelos grizalhos (Dylan) cheio de sangue derramado no chão, rapidamente me assustei. Dei um leve pulo para trás e pensei.
- Porque Dylan está aqui? Quem foi que fez isso, eu tenho que fugir! Achar uma saída...
Não consegui ficar mais ali e entrei na próxima porta, que tinha um logotipo "Seja Bem-Vindo", era uma biblioteca, havia 6 carreiras de livros mais ou menos, e três livros, um amarelo, um verde e outro azul, cada prateleira tinha um espaço, pensei:
Não deve ser a toa, isso é um quebra-cabeça, não passou muitos minutos e eu decifrei o mistério:
- Cada livro tem uma certa quantidade de páginas, e cada prateleira têm uma certa quatidade de livors, eu acho que preciso associar os numeros de páginas com três das prateleiras que possuem o mesmo numero de livros, é claro!
Depois de muita observação, coloquei os livros e a porta que havia ali abriu, vi algumas gavetas e achei alguns "filmes" que serviam para serem revelados. Entrei na porta e como a iluminação era vermelha e tinha alguns equipamentos ali um pouco a frente, me dei conta rapidamente que eu estava dentro de um estúdio fotográfico, era de espaço pequeno, mas não deixava de ser. Eu já tinha um pouco de conhecimento naquilo e revelei aqueles filmes que eu achará a pouco tempo na biblioteca, eram poucas, mas valiosas, uma me chamou atenção, o homem que me perseguia, naquela foto estava abraçando George, que parecia um pequeno garoto ainda, quando me dei conta, fiqui sem ar... O que aquele homem de cabelos negros, poderia ter feito com George? Eu estava ciente que ele só tinha problemas, mas no fundo não passava de uma criança.

Eu vi também mais outra foto, que me chamou atenção. Uma foto daquele homem que me persiguia, em cima da foto, estava escrito a caneta "Robert", mas eu pensei, como uma foto dele pararia aqui?... Fui imterrompida com o barulho da porta se abrindo, era George, por não ter muitas chances de escapar eu fiquei aterrorizada. Peguei e apontei a arma para ele, mas isso não o amedronta-va, eu não tinha coragem para atirar, e enquanto minhas mãos tremiam, ele vinha em minha direção...
Fechei meus olhos por alguns segundos e ouvi apenas o disparo da minha arma, acertei o braço de George e ele fugiu. Respirei fundo e fiquei contente, mas triste por ter que atirar nele, afinal, ele não tinha conciência do que fazia. Saí de lá e entrei na sala de comunicações, vi alguns registros mas nada de importante, achei um "alfinete" seria util para tentar abrir gavetas trancadas por exemplo, tentei entrar comunicação com alguém, mas foi inutil... Saí de lá, eu caminhava fazendo o mínimo de barulho possível, aquilo me matava por dentro, entrei numa sala onde havia classes, arás da porta havia uma chave, saí dalí e enfim daquele corredor, desci de novo as escadas e voltei a sala principal, usei a chave na ultima unica porta que estava trancada depois da de entrada, entrei naquela sala e havia mais uma porta, mas estava trancada, percebi que ali também havia um buraco na parece, não sabia para onde levaria, mas entrei. Saí de lá e percebi que eu estava num estacionamento, fui a porta que estava à frente, abri ela e consequentemente, destranquei a porta, entrei e vi que era aquela que eu não conseguia entrar a pouco tempo. Voltei ao estacionamento e fui de encontro a um grande portão de entrada de automóveis, mas estava trancada, eu quebrava os vidros dos carros antes de entrar na ultima porta do estacionamento, dentro de um dos carros havia um galão de gasolina e em outro carro havia um esqueiro, entrei na ultima porta ali e quando virei minhas costas, ouvi uma voz, era a voz de Robert.
- Ei mocinha, acho que a sorte não está do seu lado... Deixe eu acabar com você de uma vez, sem dor e sofrimento.
Não pensei duas vezes e atirei, mas ele desviou.
- Olha, a moçinha quase me acertou, você está mesmo pensando que vai escapar?
- Bom, minha unica missão aqui é acabar com você.
Eu prestava atenção andando para trás e perguntava.
- Mas aquele, homem, Dylan! Ele era seu pai, porque fez aquilo com ele? Robert de repente ficou enfurecido...
- Cale-se! Eu não quero ouvir sua voz! Tive que acabar meu pai por sua causa. Tranquei ele aqui junto com você, porque não estava nos meus planos que meu querido e amado mestre estava fazendo hora extra e assim consequentemente trabalhando até mais tarde.
Eu tenho uma mente esperta! Eu sabia que talvez ele fosse te ajudar a fugir, pois ele trabalhava aqui, e conhecia tudo e todos. A unica saída foi matá-lo. Mas deixa! A morte dele não será em vão quando você estiver morta Alicia... Quem tinha que morrer era você, e não ele. Robert falava com raiva e estrema violência, eu percebia seu nervosismo em me ameaçar, era como se ele não estivesse preparado psicologicamente para aquilo.
Mirei a arma em direção a ele, mas à abaixei quando vi que ele usava um colete. Eu não sabia o que fazer, ele ficava me cercando para me assustar, e em meio a um desses sustos, a arma caíra no chão. Coloquei minhas mãos tremias nos meu ouvidos fechando os olhos e me balançando não tentando acreditar naquele real terror. Depois de segundos, voltei a pegar a arma no chão e atirei... Acertei vários tiros no rapaz.
- Seu destino será sua morte causada por mim... Não seja fútil!
Depois disso ele saíra...
Pensei comigo mesma enquanto respirava fundo. Como eu atirava tão bem? Eu me assustava...
Enfim, entrei naquela porta que eu pretendia a um bom tempo atrás, lá havia mais celas, mas sem saída, havia um homem preso, enquanto eu ia ao seu encontro, encontrei no chão mais munições para minha arma, de repente ouvi um forte barulho de porta se abrindo novamente. La estava George, voltei a correr, mas as coisas ficaram mais difíceis, ele também estava com um colete agora; eu pensei:
- Robert deve ter feito isso para George conseguir acabar comigo, bom, para ele ficar menos vulnerável.
Ele venho em alta velocidade correndo em minha direção para me acertar um empurrão, meu medo fez com que eu olhasse para todos os lugares, todos os cantos. Percebi a presença de uma cela aberta, me desloquei até lá correndo o mais rápido possível enquanto George acertava a parede e abria uma grande rachadura invés de me acertar e talvez ter me matado.
Recarreguei a arma e voltei a atirar e acertar alguns tiros nele, mas a maioria acertava seu colete, ele me deixava sem saída. Eu me abaixava e corria naquele corredor pequeno e de pouco acesso a saídas, na verdade, nenhuma. Apenas com exceção da porta que eu havia entrado, percebi isso quando me dei conta que eu estava trancada. Eu tinha uma ideia! Eu notei que ele estava ficando cansado, nesse momento, entrei na cela aberta, queria que George me seguisse. Foi isso que ele fez, antes que ele chagasse lá, despejei um pouco da gasolina que havia galão no chão; o galão praticamente caía das minhas mãos que suavam frequentemente. Eu ficava cada vez mais nervosa. George ia cada vez chegando mais perto e enquanto isso eu tentava ficar calma. Esperei o momento certo, e quando ele ia me dar outro empurrão, aproveitei a pequeno fração de tempo e voltei ao corredor.
Pronto! George estava preso.
Eu queria, ou melhor, precisava acabar de vez com aquilo, e essa era a unica oportunidade. Joguei o resto da gasolina em George, senti muita pena e revolta quando percebi que algumas gotas haviam caídos nos seus olhos e assim ele chorava. Mas eu não podia ter pena! Se não mais tarde quem morreria seria eu...
Peguei o esqueiro e posteriormente o liguei; o atirei no chão da cela enquanto George queimava vivo e gritava, eu me virava não podendo acreditar que eu estava fazendo aquilo.
Eu não conseguia olhar dor e sofrimento causados por mim na minha frente. Enfim, George havia morrido depois de alguns minutos, eu me sentava no chão e ficava pensando e me desculpando com um olhar muito triste e com meu coração partido... Enquanto isso, aquele homem me chamava.

5 comentários:

Priscilla disse...

Quando sai a próxima parte?

Bruno disse...

Oi Priscilla! Saí sexta-feira. ^^

Priscilla disse...

Ué, parou de escrever? Ahh... Parou pq, pq parou! rsrsrsrrs

Bruno disse...

Oi Priscila, desculpa, tive que parar por motivos pessoais. *-*'
Obrigado por se preocupar, amanhã postarei mais. ^^

borracha .-. disse...

POSTADO! *-*'

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